ESTADO DO MARANHÃO

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Historia

















Foto: São Luís-MA

História do Estado do Maranhão.

01 - A primeira capitania do Maranhão, criada em 1534 e dividida em duas partes, não chega a ser efetivamente ocupada. Mesmo seus limites não são estabelecidos até o início do século XVII. Sob domínio francês, La Ravardiére e Mazilly instalam uma colônia na região, em 1612, chamada França Equinocial, e fundam na baía de São Marcos a cidade de São Luís, que recebe esse nome em homenagem ao rei francês Luís XIII. Em 1615, os portugueses, comandados por Jerônimo de Albuquerque, vencem e expulsam os franceses e iniciam a colonização portuguesa na região. São Luís é invadida pelos holandeses em 1641, mas é recuperada três anos depois. A partir daí, torna-se base de apoio à exploração e ocupação portuguesa da Amazônia e do norte do Brasil.

02 - Para estimular o desenvolvimento da capitania, apoiado na monocultura do açúcar e do algodão de base escravista, é criada a Companhia do Comércio do Maranhão, em 1682. A iniciativa provoca protestos dos proprietários locais, pois o governo português chega a confiscar as lavouras de quem não planta cravo nem algodão, produtos que interessam comercialmente à metrópole. Em 1684, sob a liderança dos irmãos Manuel e Tomás Beckman, os donos de terras maranhenses se rebelam, mas são durament reprimidos. Cerca de 70 anos depois, em 1755, é criada pelo governo do marquês de Pombal a Companhia Geral do Comércio do Grão-Pará e Maranhão. Na Segunda metade do século XVIII, com o começo da Revolução Industrial inglesa, as exportações de algodão têm forte crescimento, o que contribui para a prosperidade econômica e o aumento da população.

03 - Esse progresso econômico, porém, não se mantém. Após as lutas da independência, o Maranhão entra no século XIX com a economia em declínio. A estagnação perdura durante o Império, o que provoca revoltas populares, como a Balaiada de 1838, ou, mais tarde, a migração de milhares de pessoas, a maioria camponeses, para os seringais da Amazônia. No início da República, a manufatura algodoeira e o beneficiamento de arroz, açúcar, óleo de babaçu e cera de carnaúba sustentam a economia do estado, mas não impedem o empobrecimento de grande parte da população.

04 - Desafios da modernização - A partir dos anos 1960 e 1970, a economia do Maranhão ganha impulso. São feitos investimentos nos setores de agropecuária e de extrativismo vegetal e mineral, estimulados pelos incentivos fiscais da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). Grandes projetos de criação de gado, de plantação de soja e arroz e de extração de minério de ferro, como o Projeto Carajás, trazem riqueza mas aumentam a concentração fundiária e, por conseqüência, as migrações, além de provocar devastação florestal. No fim dos anos 1970, quase a metade da formação original das matas de transição maranhense entre o cerrado e a floresta Amazônica já havia se perdido. Esses projetos econômicos também impulsionam disputas de terra e conflitos com a população indígena, causando tensão e violência.

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